Ashoka in the News

A 13ª edição do Prêmio Empreendedor Social teve o prazo para inscrições estendido até domingo (21). Líderes de projetos e negócios inovadores e de impacto social podem participar do concurso realizado pela Folha, em parceria com a Fundação Schwab, organização irmã do Fórum Econômico Mundial.

Principal concurso de empreendedorismo socioambiental da América Latina e um dos mais concorridos do mundo, o Prêmio Empreendedor Social chega à 13ª edição. Criada em 2005 pela Folha de S. Paulo e Fundação Schwab, a premiação está com as inscrições abertas para criadores de projetos inovadores, com mais de três anos de atuação, em áreas como Saúde, Educação, Tecnologia Assistiva e Meio Ambiente. Os gestores de negócios e líderes sociais que estão em fase inicial da iniciativa (de um a três anos), por sua vez, podem se inscrever para a 9ª edição do Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro.

"Ao longo de todos esses anos, a Folha tem reconhecido líderes sociais, pessoas à frente de iniciativas que se tornam mais necessárias e desafiadoras em tempo de crise, como o nosso", afirma Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal. "Assim como nos demais setores da economia, o terceiro setor e o ecossistema de negócios de impacto social também se ressentem da falta de recursos e investimentos." Dávila ressalta que a premiação busca candidatos que estejam produzindo impacto social em áreas como educação, saúde, inclusão, segurança, desenvolvimento humano e meio ambiente.

"Cultivamos uma comunidade global de empreendedores sociais pioneiros, que estão de forma sistêmica gerando as soluções mais inovadoras para os maiores desafios do mundo", afirma Karen Demavivas, líder da Fundação Schwab para as Américas. "E no Brasil temos identificado líderes que estão contribuindo de modo expressivo para o desenvolvimento de suas comunidades em todos os setores da sociedade e da economia no país."

A prorrogação é válida também para o Prêmio Empreendedor Social de Futuro, iniciativa criada para reconhecer jovens de até 35 anos à frente de organizações ainda em fase de amadurecimento.

A inscrição é feita on-line, pelo site, onde também é possível fazer o download da ficha, preencher e enviar até a nova data-limite. 


Realizacao 

A 13ª edição do concurso mais importante e respeitado da América Latina, Prêmio Empreendedor Social – voltado a brasileiros idealizadores de iniciativas socioambientais inovadoras com mais de três anos de atuação – está com as inscrições abertas até 10 de maio. Criada pela Folha de S. Paulo e Fundação Schwab, a premiação reconhece iniciativas em áreas como Educação, Saúde, Tecnologia Assistiva, e Meio Ambiente.

Os empreendedores de até 35 anos, gestores de negócios que estão em fase inicial (de um a três anos), podem concorrer ao 9o Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro. As inscrições para ambas premiações podem ser feitas pelo site folha.com.br/empreendedorsocial

Principal concurso de empreendedorismo socioambiental da América Latina e um dos mais concorridos do mundo, o Prêmio Empreendedor Social chega à 13ª edição. Criada em 2005 pela Folha de S. Paulo e Fundação Schwab, a premiação está com as inscrições abertas de 5 de abril até 10 de maio para criadores de projetos inovadores, com mais de três anos de atuação, em áreas como Saúde, Educação, Tecnologia Assistiva e Meio Ambiente. Os gestores de negócios e líderes sociais que estão em fase inicial da iniciativa (de um a três anos), por sua vez, podem se inscrever para a 9ª edição do Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro.

"Ao longo de todos esses anos, a Folha tem reconhecido líderes sociais, pessoas à frente de iniciativas que se tornam mais necessárias e desafiadoras em tempo de crise, como o nosso", afirma Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal. "Assim como nos demais setores da economia, o terceiro setor e o ecossistema de negócios de impacto social também se ressentem da falta de recursos e investimentos." Dávila ressalta que a premiação busca candidatos que estejam produzindo impacto social em áreas como educação, saúde, inclusão, segurança, desenvolvimento humano e meio ambiente.

"Cultivamos uma comunidade global de empreendedores sociais pioneiros, que estão de forma sistêmica gerando as soluções mais inovadoras para os maiores desafios do mundo", afirma Karen Demavivas, líder da Fundação Schwab para as Américas. "E no Brasil temos identificado líderes que estão contribuindo de modo expressivo para o desenvolvimento de suas comunidades em todos os setores da sociedade e da economia no país."

O Folha Empreendedor Social de Futuro, por sua vez, é dedicado aos líderes sociais de até 35 anos que estão à frente de iniciativas mais recentes, com um a três anos de atuação. Criada pela Folha de S. Paulo em 2009, essa premiação utiliza os mesmos parâmetros internacionais da Schwab para avaliar e contemplar propostas inovadoras que ainda precisam de visibilidade e de capacitação para aumentar sua atuação e influência

O Prêmio Empreendedor Social tem patrocínio de Coca-Cola, Vivo e IEL (Instituto Euvaldo Lodi), uma iniciativa da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Conta com a Latam como transportadora oficial e o apoio do Instituto C&A e da Porto Seguro, além da parceria estratégica do ESPM, FDC, Insper e UOL.

VENCEDORES DA EDIÇÃO 2016

Movido pela necessidade de se comunicar melhor com a filha Clara Costa Pereira, que tem paralisia cerebral, o empreendedor pernambucano Carlos Pereira desenvolveu o Livox – um aplicativo que permite a alfabetização de pessoas com algum tipo de deficiência na fala ou deficiência motora. Ganhador da edição 2016 do Prêmio Empreendedor Social, Pereira conquistou o maior concurso da área na América Latina. A categoria Empreendedor Social de Futuro foi vencida por Nina Valentini, do Arredondar – projeto que capta microdoações para ONGs. Com um projeto de reciclagem, Lucas Corvacho e Jonas Lessa, empreendedores do Retalhar, venceram a categoria Escolha do Leitor com 24,9% dos votos.

O Empreendedor Social do Ano foi eleito por um júri composto por nove especialistas de diferentes áreas. Participaram da avaliação de 2016: Hilde Schwab, presidente do conselho da Fundação Schwab para Empreendedores Sociais; Elie Horn, fundador e presidente do conselho da Cyrela, incorporadora e construtora; Maria Cristina Frias, colunista de "Mercado" na Folha; e Alexandra Loras, ex-consulesa da França no Brasil e ativista do empoderamento da mulher negra. Também integraram o júri Ana Paula Vescovi, secretária do Tesouro Nacional; Cláudio Sassaki e Eduardo Bontempo, cofundadores da Geekie e vencedores do prêmio em 2014; Ana Lucia Villela, presidente do Instituto Alana; e Ricardo Siqueira, diretor-executivo de relações institucionais da Fundação Dom Cabral, parceira do Prêmio Empreendedor Social.

BENEFÍCIOS DA PREMIAÇÃO EM 2017

Os vencedores e finalistas dos prêmios Empreendedor Social e Folha Empreendedor Social de Futuro terão os perfis publicados em caderno especial – que circula nacionalmente na Folha de S. Paulo – e no site da Folha. Todos os selecionados receberão um kit com um extenso e completo relatório de avaliação, segundo os exigentes critérios das premiações, além de fotografias e vídeo jornalísticos sobre o trabalho, para uso livre de divulgação.

Pacote de benefícios

  • Aos finalistas e vencedores que tenham negócios sociais relacionados à geração de emprego e renda para comunidades marginalizadas será oferecido um convite para participar do processo de seleção da NESst Brasil.
  • A Artemisia concederá uma bolsa integral para o Curso Online em Negócios de Impacto Social, com acesso à plataforma por três meses (a contar de janeiro de 2017) e duas horas de mentoria da equipe do programa Aceleradora.
  • A Endeavor concederá curadoria exclusiva de conteúdos, artigos, EaD e vídeos do portal, além de viabilizar a participação nas mentorias e webinars coletivos realizados pela organização em São Paulo.
  • Bolsas de estudo para os cursos do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM – desde que a organização ou empresa atenda aos critérios de seleção.
  • Viabilização de participação em seminários e eventos de informação e capacitação na área socioambiental realizados pela Ashoka, como workshops e cursos (com bolsa integral ou parcial) em 2017.
  • Vaga-cortesia nos cursos de Estruturação e Melhoria de Processos e Sistema de Indicadores oferecidos pela FNQ (Fundação Nacional de Qualidade).
  • Treinamento e captação de recursos realizado pelo Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social).
  • Consultoria jurídica de 12 horas oferecida pela Szazi Bechara Storto Advogados.
  • Membership semestral no Impact Hub São Paulo, com acesso a eventos, plataformas, benefícios e encontros exclusivos para membros.
  • Relatório de avaliação do projeto elaborado pela consultoria Plano CDE.
  • Bolsa de estudo do Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (GVces) para a oficina de Construção de Diálogo e Comunicação, com duração de um dia (6 horas) em 2017.
  • Às mulheres, acesso ao comitê de seleção do programa 10.000 Mulheres, da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas de São Paulo); e viabilização de participação em seminários e eventos de informação e capacitação na área socioambiental realizados pela FGV-SP.
  • Aceleração de um projeto na Yunus Brasil, escolhido entre os finalistas da edição 2017. O ciclo de aceleração intensiva tem duração de 12 semanas e inclui capacitação e motivação – palestras, workshops presenciais e videoaulas, Canvas ao Business Plan e assessoria jurídica, tributária e financeira. Serão concedidas 10 licenças para o programa de aceleração digital a distância da Yunus Negócios Sociais do Brasil, com conteúdo nacional e internacional, incluindo empreendedores mentores, material de apoio e uma aula com o professor Muhammad Yunus

VENCEDORES

Vencedores do Prêmio Empreendedor Social

  • 2016: Carlos Pereira, Livox . Recife (PE)
  • 2015: Sergio Andrade, Agenda Pública . São Paulo (SP)
  • 2014: Claudio Sassaki e Eduardo Bontempo, Geekie . São Paulo (SP)
  • 2013: Merula Steagall, Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) . São Paulo (SP)
  • 2012: Cybele Amado, Icep (Instituto Chapada de Educação e Pesquisa) . Palmeiras (BA)
  • 2011: Gisela Solymos, Cren (Centro de Recuperação e Educação Nutricional) . São Paulo (SP)
  • 2010: Roberto Kikawa, Cies (Centro de Integração de Educação e Saúde) . São Paulo (SP)
  • 2009: Claudio e Suzana Padua, Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas) . Nazaré Paulista (SP)
  • 2008: André Albuquerque, Terra Nova . Curitiba (PR)
  • 2007: Tião Rocha, CPCD (Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento) . Belo Horizonte (MG)
  • 2006: Fábio Bibancos, Turma do Bem . São Paulo (SP)
  • 2005: Eugenio Scannavino Netto, Projeto Saúde & Alegria . Santarém (PA)

Vencedores do Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro

  • 2016: Nina Valentini, Arredondar . São Paulo (SP)
  • 2015: Fernando Assad, Programa Vivenda . São Paulo (SP)
  • 2014: Carlos Wanderlan, Ronaldo Tenório e Thadeu Luz, Hand Talk . Maceió (AL)
  • 2013: Alexandre Amorim, Diego Tutumi Moreira e Luiz Hamilton Ribas, Asid (Associação Social para Igualdade das Diferenças) . Curitiba (PR)
  • 2012: Fernando Botelho, F123 . Curitiba (PR)
  • 2011: Henrique Cardoso Saraiva, Luana Nobre e Phelipe Nobre, Adaptsurf (Associação Adaptação e Surf) . Rio de Janeiro (RJ)
  • 2010: Wagner Gomes, Adel (Agência de Desenvolvimento Econômico Local) . Pentecoste (CE)
  • 2009: David Hertz, Gastromotiva . São Paulo (SP)

Realizacao

     

Sete organizações sociais de diferentes regiões do Brasil apresentaram na noite de 15/02, em São Paulo, modelos inovadores de negócios sociais capazes de trazer soluções sistêmicas e de impacto social para desafios do desenvolvimento. A iniciativa fez parte do evento final do programa Grow2Impact, realizado pela Ashoka Brasil. A iniciativa foi idealizada para que empresas, governos e investidores interessados no setor conhecessem novas soluções de impacto para problemas sociais e ambientais.

Em sua terceira edição, o Grow2Impact reuniu ao longo de um ano empreendedores sociais, empresas, investidores e mentores para criarem em colaboração estratégica, produtos e serviços para alavancar o impacto social de diferentes iniciativas.

“O Grow2Impact é uma metodologia inovadora que representa um mecanismo de colaboração entre setor privado e social para impulsionar soluções de impacto social. Ele atende uma tendência do segmento que é o interesse pelo modelo de negócio social, partindo da necessidade de unir expertise. A colaboração entre os setores é a chave para uma mudança da sociedade”, afirma Deise Hajpek, coordenadora de redes de empreendedores sociais e parcerias institucionais na Ashoka Brasil.

O Grow2Impact é uma metodologia que abriga diferentes teorias e ferramentas que abordam do desenvolvimento individual ao organizacional, utilizando conteúdos como design thinking, formação continuada em estratégia, cultura organizacional e desenvolvimento de liderança para o alcance de resultados concretos. O objetivo é alavancar impacto de forma sustentável financeira e organizacional.

O Programa já contou com a participação de 22 organizações sociais de 11 estados brasileiros, capacitou diretamente 75 líderes e gestores e indiretamente 140 membros dessas organizações.

Sobre os empreendedores(as) sociais

Maria do Socorro Mendonça

 Instituto Nossa Ilhéus

Promoção do acesso a serviços públicos com informação qualificada, transparência e canais de comunicação abertos para receber avaliação dos serviços prestados, via plataforma online “Mais Ilhéus”, com foco inicial em cidadãos urbanos de Ilhéus na faixa de 15 a 24 anos.

Tião Alves

SERTA

Desenvolver a escala da tecnologia Serta UV, filtro para tratamento e purificação de água para o consumo humano, garantindo acesso à água tratada, de baixo custo e fácil manutenção, para combater o problema do consumo de água contaminada e riscos à saúde para a população em geral, no semiárido e em outras regiões.

Vera Cordeiro

Saúde Criança

Adaptação da metodologia do Saúde Criança para aumentar escala, combinando tecnologia e linguagem simplificada, com os mesmos resultados de eficiência e eficácia do método, de forma a ampliar o impacto de mais famílias e crianças doentes em situação de vulnerabilidade social, através do aplicativo “Família Saudável, Planeta Sustentável”.

Lilian Prado

Acreditar

Curso de educação financeira como estratégia de conscientização e empoderamento de jovens e adultos, para gestão financeira pessoal e despertar empreendedor de forma sustentável, reunindo práticas que abordam a experiência de vida, referências locais, metas e estratégias para realização de sonhos.

Erika Foureaux

Noisinho da Silva

O OPEN “O Prazer É Nosso” é uma tecnologia móvel de baixo custo para impulsionar um movimento capaz de unir jovens com e sem deficiências em torno da diversão, partindo do entretenimento, para proporcionar a troca de experiências e tirar jovens com deficiência da invisibilidade e do isolamento, celebrando a diversidade e a amizade.

Vera Barbosa

Instituto Movere

Disseminar o conhecimento sobre alimentação e vida saudável de forma prática e acessível financeiramente para a população, através do aplicativo Movere + Saúde ;-) que conecta consumidor com vendedor e dá dicas sobre alimentação saudável, receitas, reaproveitamento de alimentos e exercícios.

Jerônimo Villas-Boas

Kamboas Socioambiental

Fortalecimento da cadeia produtiva da meliponicultura - a criação de abelhas nativas sem ferrão - nas terras indígenas de Aracruz (ES), por meio de um calendário interativo que organiza as atividades de manejo, compatibilizando o ofício de produzir mel com o desenvolvimento de outras atividades de subsistência, essenciais à sustentabilidade dessas comunidades em seu território.

 

Quer saber mais sobre o programa e os Empreendedores Sociais? Acesse aqui

Parceiros e Apoiadores

Leia mais sobre o Grow2Impact na mídia

Apps de saúde e cidadania e outras iniciativas buscam investimentos - Folha de S. Paulo

Ashoka Brasil cria iniciativa para impulsionar negócios sociais – Estado de S. Paulo 

Empreendedores sociais inovam seus negócios em iniciativa da Ashoka- Folha de S. Paulo

 

As inscrições do Visionaris – Prêmio UBS ao Empreendedor Social vão até dia 29/04 às 18h.

O tema do Visionaris 2017 é "Construindo Alianças de Impacto." Muitas vezes, os empreendedores sociais acabam atuando isoladamente por considerarem que estruturas muito rígidas são lentas na sua operação e que seus trabalhos terão mais êxito se atuarem sozinhos ou em pequenas organizações que lhes permitam mais liberdade e agilidade para seguir seus sonhos e ideais. No entanto, os problemas mais críticos que nossa sociedade enfrenta hoje só podem ser resolvidos por meio de esforços colaborativos e abordagens que envolvam a participação de atores de vários setores, que contribuam com habilidades e conhecimentos complementares.

Nesse sentido, o Visionaris 2017 foi projetado especificamente para identificar empreendedores sociais que tiveram sucesso na implementação de esforços de colaboração multissetoriais, maximizando o impacto de suas iniciativas.

O ganhador receberá um certificado e a quantia de US$ 25 mil - ou o equivalente em moeda nacional -, para investir em sua organização. Cada um dos outros 3 finalistas receberá um certificado e a quantia de US$ 5 mil ou seu equivalente em moeda nacional, para uso relacionado a seu projeto. 

Para se inscrever acesse o site do Banco UBS, leia os termos e condições e preencha o formulário de inscrição e envie com uma foto para renata.monguzzi@ubs.com  e ricardo.caetano@ubs.com com cópia para contato@ponteaponte.com.br até 29/04 às 18h

 O Prêmio foi criado em 2004 para firmar o compromisso do UBS com a responsabilidade social dentro do mercado brasileiro. A iniciativa foi implementada em parceria com a Ashoka com o propósito de colaborar para a profissionalização dos empreendedores sociais ao redor do mundo.

Com o Prêmio Visionaris, o UBS pretende estimular o empreendedorismo social, principalmente aquele que é marcado por uma visão de mundo inovadora, criativa e determinada a solucionar desafios contemporâneos. Dessa forma, o projeto busca identificar empreendedores sociais que conseguiram alcançar um impacto social significativo e, principalmente, tenham elaborado estratégias para replicar seus modelos de impacto social.

A Ashoka, em parceria com a Global Academy Foundation, lançou no Brasil em 2016 a primeira edição do Develop2Change, que visa a apoiar o desenvolvimento pessoal, interpessoal e organizacional de empreendedores(as) sociais de sua rede, fortalecendo a liderança, sustentabilidade pessoal e capacidade de transformação de cada um deles(as).

Ao compreender como a mudança acontece em nós, nos tornamos capazes de apoiar a mudança nos outros e na sociedade. Ao longo de um ano, 20 Fellows e gestores, bem como dois membros da rede Ashoka Support Network, participaram de três imersões de três dias.

A metodologia de desenvolvimento interpessoal do Develop2Change trabalha o processo de tomada de decisão individual, auxilia Fellows na priorização e valorização de tempo e nutre o trabalho colaborativo e a inovação, entre outras habilidades abordadas. 

A Global Academy Foundation tem 30 anos de experiência com programas de desenvolvimento de liderança, adaptados a contextos culturais diversos em diferentes países. A fundação também disponibiliza conteúdo ao público para discutir temáticas urgentes do desenvolvimento humano e social, pelo canal Global Leadership TV.

Para Gisela Solymos, Fellow Ashoka e diretora executiva do CREN, o programa foi "a descoberta de um novo mundo e de um modo novo para lidar com os velhos problemas; a descoberta de meus pontos-cegos, escuta, de mim mesma e das pessoas que encontro, com mais empatia e maior capacidade de conhecer!"

Roberto Kikawa, Fellow Ashoka fundador do Centro de Integração de Educação e Saúde, que também participou da primeira edição do Develop2Change, complementou que participar do programa "ensinou a me ver e entender meu interior, aprendendo a cuidar de mim e a amar a mim mesmo. Isto foi fundamental no meu desenvolvimento pessoal para que eu possa verdadeiramente transmitir essência do amor ao próximo, que certamente é o ponto de partida para a verdadeira transformação social."

O programa é aberto para Fellows Ashoka de toda a América Latina. Detalhes da edição de 2017 estarão disponíveis para a rede em janeiro.

Desde 2010, a Boehringer Ingelheim e a Ashoka trabalham juntas em uma parceria global chamada “Making More Health”. O objetivo dessa iniciativa é identificar ideias e projetos inovadores que estão transformando a área da saúde no mundo.

No Brasil o programa usa a bandeira Mais Saúde e desenvolvemos uma parceria local para inspirar e amplificar a troca de experiências entre colaboradores da Boehringer Ingelheim com as inovações em soluções sociais de Fellows Ashoka que fazem parte do programa.

Entre as atividades da parceria destacam-se ações com a participação dos quatro Fellows MMH Brasil João Paulo Ribeiro do Horas da Vida , Gisela Solymos do CREN - Centro de Recuperação e Educação Nutricional, Simone Berti do Instituto Chefs Especiais e Fernando Botelho do Projeto F123, além do envolvimento do empreendedor Jordí Marti do Projeto Dry Blood Spot Screening , fellow da parceria MMH na Espanha,  que mobilizaram o público interno do escritório e fábrica da empresa na realização de atividades inspiracionais e práticas, que desenvolvem  a empatia, colaboração,  protagonizando transformações positivas.

A Ashoka realizou entre os dias 9 e 11 de dezembro, em Itapecerica da Serra (SP), o Geração Changemaker – em parceria com o Engajamundo e com patrocínio da Disney. 

Mais de 130 jovens entre 16 e 20 anos, de 13 estados do país, participaram de uma combinação de treinamentos, dinâmicas sociais e oficinas de cocriação. As atividades realizadas focaram no desenvolvimento de potencialidades de transformação do mundo, no empoderamento dos jovens e na preparação e realização de projetos concretos orientados para a solução de problemas socioambientais.

No total foram gerados 28 projetos, idealizados com liderança e protagonismo dos jovens, além de enfoque nos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Os vencedores irão receber investimento semente da Disney e acompanhamento ao longo do próximo ano para iniciar suas atividades.

Atual CEO da Ashoka, Bill Drayton fundou a organização em 1980 com a visão de que os empreendedores sociais são os motores da transformação social por combinarem pragmatismo, compromisso com resultados e visão de futuro para apontar soluções inovadoras para problemas sociais e ambientais — especialmente orientadas à mudança sistêmica de padrões e paradigmas da sociedade. 

Em 1986, a Ashoka deu início à sua expansão a partir da Índia, realizando seu primeiro painel de reconhecimento de empreendedores sociais no Brasil em dezembro do mesmo ano. Ao longo de três décadas, a organização consolidou-se como a maior rede de empreendedores sociais do mundo: são hoje mais de 3.200 “Fellows”, como os chamamos em inglês, atuando em mais de 90 países. 

Nesse mês, demos início às comemorações do nosso 30º aniversário no país. No dia 12 de dezembro, reunimos na Unibes Cultural, em São Paulo, nossa equipe, empreendedores sociais, líderes de nossas Escolas Transformadoras, parceiros, investidores, amigos e familiares que fizeram e fazem parte dessa história.

Anamaria Schindler, Copresidente emérita e Diretora da Ashoka na América Latina, deu as boas-vindas aos convidados e comemorou o pioneirismo da Ashoka na formação do campo do empreendedorismo social.

Em um mundo de mudanças aceleradas, novas demandas e ideias inovadoras geradas cada vez mais de maneira colaborativa, Anamaria também compartilhou as estratégias de atuação da organização, comovida por fazer parte há 20 anos de uma "comunidade que compartilha cultura e valores" em busca de uma sociedade em que todos sejam protagonistas da transformação social positiva que desejamos para o mundo. 

Durante a comemoração, apresentamos também as novas iniciativas e os resultados de atividades realizadas pela Ashoka no Brasil entre 2015 e o primeiro semestre de 2016.

Estiveram presentes dois dos primeiros empreendedores sociais selecionados pela Ashoka no Brasil há 30 anos: Silvia Carvalho e Valdemar de Oliveira Neto ("Maneto").

Lembrando seu rigoroso e extensivo processo de entrevista para tornar-se Fellow Ashoka, Silvia comentou, brincando: "Achei muito estranho... Me perguntaram, 'Onde você vai estar daqui a 20 anos?' Eu pensava, 'Eu não faço a mínima ideia! Daqui a 20 anos?!'". Hoje coordenadora executiva do Instituto Avisa Lá, acrescentou, "Na verdade, eu continuo trabalhando naquela ideia em que eles acreditaram no começo."

Para Maneto e Wellington Nogueira, ambos membros do Conselho da Ashoka no Brasil, pertencer à rede Ashoka tem um grande significado de identidade.

“Eu era professor de inglês, que virou ator de musical, que virou palhaço, que virou ‘ONGueiro’,” disse Wellington sobre como se sentia antes de se reconhecer como empreendedor social. E foi na rede de Fellows Ashoka que ele encontrou apoio para se dedicar a fundo ao Doutores da Alegria, “uma escola de palhaços para trazer um futuro de alegria pra esse país”, como ele descreve. “Toda essa rede me inspirou e me inspira até hoje.”

"Desde esse encontro com a Ashoka que eu tenho muito orgulho de dizer que até hoje a cada dia penso como um empreendedor social," disse Maneto.

Homenageando a criatividade e dedicação dos grandes nomes que compõem essa rede, Flavio Bassi, Diretor de Infância e Juventude para a América Latina e Líder da equipe da Ashoka no Brasil, destacou que “para trazer mudança sistêmica, a ideia pode ser muito simples. Mas feita com paixão, por uma pessoa que tem fibra ética, ela transforma completamente a forma como a gente vive em sociedade.”

Entretanto, ideias simples não deixam de desafiar problemáticas concretas. “Um dos grandes aprendizados do Chico Mendes foi que grupos de pessoas estavam se matando porque tinham os mesmos problemas, mas se viam como inimigos. Na essência, a inovação dele foi perceber que se povos indígenas, seringueiros e pequenos agricultores rurais na Amazônia se percebessem como pares, como aliados, e se unissem, poderiam, a partir dessa aliança, transformar a forma como a gente se relaciona com o meio ambiente. Isso foi tão perigoso que levou ao que levou. E leva até hoje – o Brasil é o país onde mais se assassina ambientalistas no mundo inteiro,” disse Flavio.

Chico Mendes foi reconhecido Fellow Ashoka em setembro de 1988, aproximadamente 3 meses antes de ser assassinado. Em colaboração com outros empreendedores sociais da rede, como a Mary Allegretti, desenvolveu o modelo do que são hoje as “reservas extrativistas”, um arranjo que promove equilíbrio entre manejo e conservação dos recursos naturais.

Sensibilidade aos desafios socioambientais, engenhosidade para o desenvolvimento de soluções e resiliência para tornar ideias a realidade para toda a sociedade são apenas alguns daqueles valores que ainda permeiam profundamente o processo de transformação social. E que venham muitos mais anos de construção colaborativa de uma nova realidade em que todos atuamos como protagonistas da transformação social!

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Reconhecida como uma das 6 ONGs mais influentes do mundo, a Ashoka completa 30 anos de atuação no Brasil em 2016. Durante essas três décadas, tivemos o privilégio de apoiar a formação do tecido social brasileiro, ao apontar tendências e identificar as inovações sociais mais importantes da nossa história com impacto na vida de milhares de pessoas.

Nesta trajetória trilharam conosco o caminho da transformação social inúmeros empreendedores sociais, parceiros, colaboradores e voluntários. Também nos integramos a outras redes e expandimos nossas frentes de atuacão para impulsionar a visão de um mundo em que “Todos Podemos Ser Agentes de Transformação - Everyone A Changemaker”.

Presentes em mais de 90 países, atuamos como uma organização global de investimento em ideias inovadoras e seus autores, apoiando a construção do ecossistema do empreendedorismo social, identificando líderes visionários com ideias criativas capazes de provocar transformações com amplo impacto social.

Nós também criamos uma comunidade global para assegurar a replicação dessas ideias em larga escala, fomentando a colaboração e convergência entre os setores social, privado e público, definindo assim o empreendedorismo social como campo de trabalho.

Na base da atuação global da Ashoka estão o fomento, a busca e a seleção de empreendedores sociais inovadores que redefinem desafios e padrões sociais, com enfoque em desenvolvimento e impacto sistêmico para a solução dos problemas mais prementes da sociedade. Nos anos de 2015 e 2016, realizamos 30 visitas de monitoramento, expandimos a rede de Fellows no Brasil e 150 deles participaram de atividades de apoio e fomento ao setor social. 

Com sua terceira edição em andamento, o Grow2Impact chega à marca de 22 organizações apoiadas na modelagem de negócios sociais sustentáveis, totalizando 10 estados brasileiros atendidos e acima de 200 pessoas capacitadas, com o apoio de mais de 50 mentores e parceiros. 

Em parceria com a Global Academy Foundation, inaguramos em 2016 o Develop2Change, uma iniciativa de desenvolvimento pessoal, interpessoal e organizacional dos Fellows, fortalecendo sua liderança, sustentabilidade pessoal e capacidade de transformação.

Correalizado no Brasil em parceria com o Instituto Alana, o Escolas Transformadoras já conta com 15 instituições brasileiras entre as mais de 250 escolas reconhecidas em 29 países como "transformadoras", por trabalharem, em suas práticas pedagógicas, habilidades como empatia, criatividade, trabalho em equipe e protagonismo social.

O Changemakers da Ashoka e o Instituto C&A, que representa a C&A Foundation no Brasil, firmaram uma parceria global a fim de promover a visão de que a moda pode ser uma força para o bem comum. Tecendo a Mudança: Inovações para uma indústria têxtil sustentável promoveu um desafio global com 300 inscrições de 55 países e mais de US$ 90 mil em prêmios, conduziu um mapeamento de inovação social da indústria têxtil e está buscando empreendedores sociais que atuem na cadeia de produção da moda para fazerem parte da rede da Ashoka.

O desafio Direitos Humanos na América Latina: Impulsionando a Transformação recebeu 346 inscrições de 16 países da região, oferecendo prêmios em dinheiro acima de US$ 40 mil aos vencedores, entre eles um brasileiro. 

A comunidade global de investidores sociais ativos do Ashoka Support Network realizou a primeira edição do ASN Global Summit na América Latina, que aconteceu no Rio de Janeiro e São Paulo, ao longo de quatro dias em junho de 2016.

Por meio de nossas parcerias e projetos especiais, foram mais de 1.000 horas de voluntariado estratégico e ativação de iniciativas para debate com olhar sistêmico e solução de questões socioambientais. Acesse nosso relatório completo, que compreende atividades realizadas no Brasil de 2015 a 2016:

Relatório Institucional Ashoka Brasil - Dez 2016

Relatório Institucional - Download (PDF)

Correlizado no Brasil desde 2015 pelo Instituto Alana, o programa Escolas Transformadoras busca promover uma nova conversa sobre educação, focando no desenvolvimento das crianças e jovens como agentes de transformação de suas próprias vidas, de seus territórios e do mundo. 

Explorando diferentes pontos de vista em nove artigos diferentes, o programa lançou a publicação A importância da Empatia na Educação, que propõe diversas conversas sobre os valores e estruturas que norteiam a educação. 

No Brasil são poucos os estudos e as publicações sobre a relevância da empatia na formação de crianças e jovens. Tão importantes quanto a matemática ou o ensino de línguas, competências socioemocionais como a criatividade, o trabalho em equipe, o protagonismo e a empatia ainda são desconsideradas por muitas escolas, profissionais da educação e famílias.

O material é fruto de uma roda de conversa sobre empatia, realizada em maio de 2016, com a participação de lideranças das Escolas Transformadoras do Brasil, empreendedores sociais, especialistas, jornalistas e acadêmicos de diferentes áreas.

Download - A importância da Empatia na Educação

A importância da Empatia na educação
(Download - PDF)